Pela metade.

É difícil acreditar que em pouco tempo tanta coisa se passou. O bastante pra bular o tempo de absorção, mas não ser ignorado. É o tipo de coisa que deixa marca. Diz pra mim que entrou no jogo. Que atribui as coisas a algo mais. Que quer fazer acontecer. Não deixa, não abandone. Prova que veio pra ficar, mostra que sabe a saída e mesmo assim a nega. É imprescindível e desconfortante trazer tantas vezes a porta da rua a publico. Mas o fazer parte do meu temor é ela estar sempre ligada a mim, por questões de proximidade. Acho! Eu vivo deixando as coisas pela metade. Fazendo planos e os perdendo de vista. Já memorizei ate o caminho. (...)

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